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Mercado inteligente no condomínio: modelo vai acabar junto com a pandemia?

Contar com um mercado inteligente no condomínio – aquele em que você mesmo escolhe os produtos, finaliza o pagamento e sai da loja sem a necessidade de conversar com ninguém -, há alguns anos, era apenas um sonho; hoje, é uma realidade. Realidade, essa, que se tornou muito conhecida com a pandemia do novo coronavírus. 

Mas, afinal,  essas lojas de autoatendimento vieram para ficar ou não? Muitas pessoas acham que não, e que com a volta total da “normalidade” elas saiam do radar de consumo e de hábito dos moradores de condomínios. 

Outras, apostam que esse é um modelo que veio para ficar e fazer cada vez mais a cabeça de todos. Você é de qual time?

Para responder a essa pergunta, eu quero trazer algumas informações que acho bem importantes antes de continuarmos esse assunto. 

Você sabia que as compras de supermercado realizadas pela internet cresceram 57% durante a pandemia?

E que mesmo com o fim deste período 59% dos brasileiros pretendem continuar comprando desta maneira?

Isso é o que apontou um estudo realizado pelo Uol e divulgado pelo Mercado&Consumo. 

As pessoas preferem comprar sem sair de casa 

Vale lembrar, ainda, que o e-ccomerce sofreu um salto nestes últimos anos. Uma matéria divulgada pelo Think with Google, apontou que no primeiro semestre de 2019 26,4 bilhões de compras on-line foram realizadas. Já em 2021, esse número subiu para 53,4 bilhões. 

O que podemos entender com isso?

Com o passar dos anos o desejo das pessoas de consumir sem sair de casa cresceu. Com a pandemia, não podíamos nos aglomerar, e esse tipo de compra foi incluída no dia a dia até daqueles que, outrora, não eram adeptos do modelo. 

Hoje, temos isso como um hábito consolidado no cotidiano da maioria dos lares brasileiros: todos querem comprar sem sair de casa; ganhar tempo é o que as pessoas mais buscam. 

Por todos esses motivos, podemos afirmar que o mercado inteligente dentro de condomínios e empresas é algo que veio para ficar. 

“Quem conta com um mercado inteligente no condomínio não precisa mais desistir de uma receita do meio do caminho, caso falte algum ingrediente. O tempo de descer, buscar o produto que faltava e retomar a receita é extremamente menor do que se fosse fazer isso em um mercado externo. Isso é que faz diferença na vida das pessoas e com certeza é uma comodidade de que a maioria não vai querer abrir mão”. 

Eduardo Cordova, CEO do market4u 

Se você ainda não sabe como esse modelo funciona, confira essa matéria:

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